Até hoje eu supunha que ainda era válida a Carta Magna de 1988. Doce ilusão.

Não sou nenhum especialista no assunto, mas creio que há um consenso internacional sobre a inviolabilidade das correspondências, cartões postais e cartas de amor, não? Bem, não é no que as autoridades alfandegárias acreditam.

A partir de agora é obrigatório declarar todo o conteúdo das correspondências internacionais, incluindo descrição, quantidade e valor monetário. Veja bem, QUALQUER correspondência. Isso é uma grave violação à inviolabilidade das mesmas. É extremamente abusivo. Faz-se a declaração e a mesma é colada no envelope, para que qualquer pessoa possa ver. Creio que o governo está oficializando o Big Brother.

Carta de amor

Parece que há alguém interessado em saber o quão ridículas são as cartas de amor.

Parece até razoável quando se pensa em cartas comerciais ou que contenham objetos de notável valor monetário (centenas de reais, por exemplo). Mas quando eu fui atendido hoje, a atendente perguntou “há algum objeto dentro?”. Eu fiz uma cara de espanto e não entendi a que ela se referia. “Há algum objeto…? Por menor que seja, um pingente, um broche?” Ah, agora ficou claro. Eu disse que havia uma foto, no que ela respondeu que isso não era considerado objeto, e sim papel ou documento. Isso tudo é porque se de fato houvesse algum objeto, o preço para enviar seria maior.

Não entendi qual a lógica disso tudo, até porque é ILEGAL e IMORAL. Na declaração está escrito que você está ciente de que o envelope/caixa pode ser aberto pelas autoridades alfandegárias. Ou seja, ao declará-lo, você abdica dos seus direitos fundamentais. Será que há alguma autoridade dos Correios ou da Alfândega que possa se pronunciar sobre isso?

Bem, enquanto nada disso acontece, só nos resta imaginar o que você deve declarar:

- 1 Carta de amor ridícula              Valor: R$150,00

- 1 Proposta de casamento secreta           Valor: incalculável

- 13 Fot0s da minha lua-de-mel            Valor: R$543,66

- 7 Cartões-postais raríssimos do Zimbabue            Valor: R$5000,00

- 1 Emoção de zoar a propaganda da MasterCard          Valor: não tem preço

Não há qualquer dúvida sobre a natureza dos acontecimentos desta sexta-feira.

Estudantes grevistas agrediram estudantes da USP que se dispersavam de uma manifestação absolutamente pacífica, contrária à greve. A agressão foi VIOLENTA e UNILATERAL. Lançaram paus e pedras e deram chutes e socos em vários alunos que se retiravam, tentando evitar confusão.

Isso está bem documentado. Um exemplo é o vídeo abaixo, em que o estudante senta no chão e não reage, sendo agredido aos socos e pontapés.

O que se nota de concreto é o seguinte.

Há mais de dez anos, partidos de extrema esquerda e estudantes mais radicais tomam conta do DCE (que diz representar o momvimento estudantil), do SINTUSP e da ADUSP. Isto é fato. Essas minorias tem se radicalizado cada vez mais, ignoram os temas mais relevantes da Universidade (ensino, pesquisa e extensão), criam pautas intermináveis depois de já terem aprovado suas greves bienais. Fecham unidades da USP e reagem violentamente a qualquer movimento que não concorde plenamente com suas “causas”.

Não há dúvidas. Eles querem PODER.

Eu quero que a Universidade de São Paulo se ocupe da sua função. No momento em que eles quiserem discutir isso civilizadamente, eu serei o primeiro a defendê-la – a discussão, frise-se. Mas enquanto se afundam em sua veia violenta e criminosa, são apenas bandidos.

Só resta uma coisa.

INDIGNAÇÃO.

Aviso: imagino que o leitor deste artigo já tenha algum conhecimento prévio de cálculo, e, portanto, o objetivo do mesmo não é ensinar algo novo, mas tornar intuitivo algo que já se conhece previamente. Desta forma, não me preocupo muito com o formalismo matemático, apenas foco no que há de intuitivo na geometria.

Gottfried Leibnitz

Figura 1. Leibnitz, notável matemático alemão que desenvolveu grande parte do cálculo moderno, independentemente de Newton. Estátua em calcário (pedra de Caen) no Oxford University Museum of Natural History.

Gottfried Wilhelm Leibniz foi um matemático e filósofo excepcional. Trouxe grandes contribuições ao cálculo diferencial e integral (como a notação infinitesimal) e à logica filosófica. Entretanto seu passado é largamente desprezado (se não, diminuído) nos meios matemáticos, dado o gigantismo de seu contemporâneo Isaac Newton. Há lá suas razões, pois Newton foi um dos maiores gênios da história, mas Leibniz desenvolveu um cálculo muito mais intuitivo e geométrico do que seu colega britânico.

Não é de se espantar que as ciências e a matemática pós Leibniz e Newton avançaram muito mais na Europa continental, já que Newton utilizava notações muito rebuscadas e frequentemente não publicava suas descobertas, guardava para si e seus poucos seguidores.

Dito isto, contemos a história. O trabalho que Leibniz publicou demonstrando o Teorema Fundamental do Cálculo conta algumas passagens muito interessantes. Começamos por volta da década de 1670, numa época a comunicação entre intelectuais (filósofos, matemáticos) se dá através de cartas (que levam muito tempo para chegar).

Um colega seu (cujo nome não me foi mencionado) lhe havia enviado uma carta em que propunha um problema sobre somatória de números. Normalmente, quando alguém envia um “desafio” dessa maneira, essa pessoa já sabe previamente a resposta. Assim, Leibniz pensou em quais métodos ele próprio conhecia sobre as somatórias. Então, ele chegou na solução de um problema para somatório de números ímpares, digamos, de 1 até 15. Vejamos:

Seqüência dos impares de 1 a 15

Figura 2. Seqüência dos ímpares de 1 a 15, interpretados como diferenças entre quadrados perfeitos

O que Leibniz faz é interpretar cada um dos ímpares como diferenças de quadrados perfeitos (figura 2). O 1 é igual a (1 – 0), o 3 é igual a (4 – 1), o 15 é igual a (64 – 49). Assim, quando somarmos todos os números (substituídos pelas diferenças de quadrados), muitos cancelamentos interessantes ocorrerão:

1 + 3 + 5 + 7 + 9 + 11 + 13 + 15 =

= (1 – 0) + (4 – 1) + (9 – 4) + (16 – 9) + (25 – 16) + (36 – 25) + (49 – 36) + (64 – 49) =

= 64 – 0 =

= 64

Assim, Leibniz substitui o problema de somar muitos números pelo de fazer a diferença entre apenas dois números. (A propósito, confira, a soma dos ímpares de 1 a 15 de fato dá 64). Podia ser que fosse a soma dos ímpares de 1 a 18291, um problema bem mais complicado. Simples: é só conhecer quais os quadrados perfeitos deste caso, e pronto.

Muito bem, só que eu ainda não entendi onde entra o TFC nessa história. Bem, então primeiro revisemos o TFC. Pelo Teorema Fundamental do Cálculo, para uma função f(x) contínua em [a, b], segue que:

Teorema Fundamental do Cálculo

Ou seja, a integral de f(x) no intervalo [a, b] é a diferença da primitiva (ou antiderivada) F(x) nos extremos do intervalo. Em termos gráficos (figura 3), a integral de uma função é a área sob a curva em relação ao eixo x, tendo sinal negativo caso a ordenada seja negativa:

Definição primária da integral de uma função

Figura 3. Definição primária da integral de uma função, a área sob a curva

Aqui entra a malandragem desse alemão. Ele idealiza a solução da integral de f(x) como esboçado na figura 4. A integral é a somatória desses pequenos retangulos, de dimensões f(xi) por “1″. Note que esse “1″ é apenas uma convenção de Leibniz, para facilitar o desenvolvimento, já que qualquer número multiplicado ou dividido por 1 dá ele mesmo.

Idealização da integral de Leibniz

Figura 4. Idealização da integral de Leibniz

Dessa forma, omitindo-se o “1″, a integral de f(x) no intervalo [x0, xn] é igual a somatória das áreas dos retângulos:

f(x1) + f(x2) + f(x3) + … + f(xn)

Lembram-se do problema da somatória de ímpares? Então, seria bastante conveniente conhecer uma outra função que fosse análoga ao mesmo. Ou seja, Leibniz está em busca de um função F(x) que tenha as seguintes propriedades:

f(x1) = F(x1) – F(x0)

f(x2) = F(x2) – F(x1)

f(x3) = F(x3) – F(x2)

f(xn) = F(xn) – F(xn-1)

—————————————–

f(x1) + … + f(xn) = F(xn) – F(x0)

Agora fica a questão: como achar F(x)? É aqui onde está a sacada final de Leibniz.  Uma boa idéia é analizar o gráfico desta função, como vemos na figura 5:

Figura 5. Gráfico da função F(x), analizando-se a diferença entre dois pontos separados pela distância de "1"

Figura 5. Gráfico da função F(x), analizando-se a diferença entre dois pontos separados pela distância de "1"

Nessa função F(x), a tangente do ângulo θ mostrado na figura é:

tg θ = a/”1″ = a

a = F(x1) – F(x0)

Bem, os mais apressadinhos já entenderam tudo.  Quando fizermos este “1″ tender a zero, a tangente de θ será a derivada de F(x), ou seja, F’(x). Assim, encontramos uma função F(x) que satisfaz as propriedades citadas, o que significa que F’(x) = tg θ = f(x). (Note também que a exigência de fazer o “1″ tender a zero é para aumentar a precisão da integral, já que os retangulos serão cada vez menores, e a área cada vez mais precisa).

"1" da notação de Leibniz

O “1″ da notação inicial de Leibniz pode ser interpretado como 1 unidade, 1 metro, 1 nano, 1 gugol, ou seja, qualquer coisa, tão pequeno ou tão grande quanto se queira. Leibniz finaliza seu trabalho substituindo esse “1″ de duas pernas pela notação infinitesimal dx. Dessa maneira está provado o Teorema Fundamental do Cálculo e pode-se afirmar que:

Teorema Fundamental do Cálculo

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  • Essa história não é minha, apenas estou repassando, portanto quaisquer imprecisões históricas ou matemáticas não são (unicamente) minhas. Quem contou essa história foi meu professor de cálculo numérico Clodoaldo, do Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo. Segundo ele, a história estava em uma coleção de livros de história do cálculo, que seriam originalmente da Oxford University, traduzidos pela UnB. Resumindo, foi o tio da prima do vizinho do meu amigo que contou essa história.

Que a Americanas.com é um lixo todo mundo sabe. E eu já sei disso faz tempo. Há uns três ou quatro anos meu pai comprou por esse site uma bicicleta ergométrica, e a faixa de preço devia girar em torno de 400 a 500 reais. Bem, e não é que a bichinha veio com defeito?! Era a parte eletrônica que não funcionava, tinha um monitor que traria informações de velocidade, batimentos cardíacos, entre outros. Nada disso funcionava. Ok, e em menos de uma semana (uns três dias talvez) ele entrou em contato com as Americanas.com para efetuar a troca. E eles enrolaram, enrolaram e não fizeram a troca. Aliás, enrolaram planejadamente, porque, quando completaram-se 30 dias, eles disseram “já não é mais nossa responsabilidade, procure o fabricante”. E ele procurou. E o fabricante (que estava numa cidade a uns 80 km daqui) viu que estava com defeito e fez a troca.

(Parenteses: no ano passado eu li sobre a possível fusão das Americanas.com e o Submarino, o que não me agradou, pois a falta de qualidade e o desleixo das Americanas.com poderiam afetar o bom serviço do Submarino, rápido, barato e que respeita os clientes. Porém, eles se fundiram, e aparentemente não houve queda na qualidade submarina. Que bom!)

Entretanto hoje tive o grande desprazer de descobrir que as Americanas (não virtuais) também são um lixo. No dia 19, eu havia comprado um telefone (fixo, pras novas gerações que não o conhecem) dos mais baratinhos. O aparelho custou R$15,90. Adivinha? Veio com defeito. Fui trocar no dia seguinte e por um milagre consegui trocar sem maiores problemas. E adivinha (de novo)?! Veio com defeito de novo, a minha voz não chegava ao outro lado da linha. Eu havia feito três ligações, apenas uma delas funcionou, as demais me deram a frustração de tentar dizer tudo, mas só ouvir do outro lado “Alô…..? Alô…? Tem alguém aí?”.

Fui lá trocar novamente. O gerente fez um teste numa ligação interna (dessas de ramal), e eu ouvi a voz que vinha do outro lado. Não me provou que funcionava, pois eu precisava ouvir que a voz chegava ao outro lado. Enfim, disse que não iria trocar ou ressarcir o dinheiro. Bom, eu lhe disse que ele deveria ter um mínimo de bom senso de saber que eu não perderia meu tempo para fazer algo assim se o aparelho não apresentasse problema realmente. Enfim, disse-lhe que iria reunir as provas da falha e da próxima vez não iria reclamar ali, mas no PROCON.

Telefone fixo com defeito

Telefone fixo com defeito

Bom, dado o baixo valor do produto não cumprirei o que foi dito, o telefone provavelmente vai acabar na reciclagem. Minha hora de trabalho vale mais do que isso, portanto as coisas devem ficar por isso mesmo. Mas agora eu sei sem sombra de dúvidas que a Americanas É UM LIXO!!!

Em 2000, uma das instituições acadêmicas mais prestigiadas do mundo resolveu abrir todas as suas portas (para não dizer as pernas, num bom sentido é claro). A instituição em questão, o MIT, iniciou o programa MIT Open Course Ware, trazendo à luz muitos de seus cursos gratuitamente. Foram liberados os currículos, as bibliografias e obviamente as aulas em áudio e vídeo, distribuídas pela internet. Desde então, esse conceito se expandiu e hoje mais de 150 Universidades realizam projetos semelhantes.

Essa Revolução iniciada pelo MIT permite que, hoje, qualquer pessoa com acesso à internet possa assistir às aulas dessas grandes instituições.  O que antes era uma cidade proibida, agora nem exige visto pra entrar.

Como já disse outra vez, é bastante simples. Quer estudar um pouco de Astronáutica no MIT? Ou entender melhor como funciona o cérebro no curso de ciências cognitivas da Stanford University? Que tal cursar um pouco de lingüística na Yale University? Acesse o site, faça o download e assista.

Como fazer isso? É sempre possível ir no site de cada universidade e procurar o que lhe interessa, mas é um trabalho bastante árduo e nem sempre será bem sucedido. As duas melhores formas de assistir a essas aulas é pelo YouTube ou pelo iTunes U.

Pelo YouTube, procure os canais de cada Univesidade, que reunem uma grande quantidade de aulas e cursos. Por exemplo, há o do MIT, o da Duke, de Califórnia – Berkeley.

Pela iTunes U, primeiramente, baixe o iTunes e instale-o. A partir daí, é só ir nesse link. (Não é necessário ter um cadastro na iTunes para poder usar o iTunes U)

 

O primeiro teste vocacional que eu fiz foi há bastante tempo, eu devia ter uns 15 anos. Desde as primeiras vezes em que tomei contato com esses tipos de “teste” ou com psicólogos visando “ampliar a nossa visão de mundo”, já notei que essas coisas não levavam a lugar algum. Os testes eram demasiadamente vagos. Nada contra os psicólogos, mas realmente não foram nada eficientes em me orientar profissionalmente. Não sei se esse tipo de avaliação vocacional que é pouco produtivo ou se sou eu que exijo demais, mas até hoje tenho muitas dúvidas sobre tudo isso.

Deve ser ironia do destino, mas, quando eu lia um texto no IDGNow que não devia ler (eu devia estar estudando), encontrei um site, o último da lista, chamado Ikwa. Quando entrei nele, assisti a dois vídeos descrevendo o site, que me pareceu muito bom. Solicitei um convite e o recebi no dia 31 de outubro.

A idéia do Ikwa é genial, apesar de ainda estar no começo e ter muitas deficiências. Quando adquirir mais maturidade, provavelmente será um site sensacional para as centenas de milhares de vestibulandos que passam todos os anos pela tortura psicológica. A proposta do Ikwa é responder a dúvida existencial e profissional que todos temos: o que eu vou fazer da minha vida?

Para fazer isso, conta com uma série de ferramentas. Os bioclipes (vídeos com entrevistas a profissionais de cada área), sem dúvida, são a mais importante delas. Entende-se quais são as intenções do Ikwa quando se vê o Hall da Fama dos entrevistados: Miguel Nicolelis, Dráuzio Varella, Marcelo Gleiser e Mayana Zatz (a maior cientista brasileira da atualidade). Ver um profissional apaixonado pela carreira dando o seu depoimento é o maior incentivo a seguir ou não esse rumo.

Bioclipe do Dráuzio Varella (Ikwa)

O Ikwa também conta com muitas outras ferramentas de apoio e tenta integrar a gigantesca quantidade de informação dispersa pela internet (e fora dela) sobre universidades, cursos, profissões e mercado de trabalho (tem um link ainda inativo que tratará de oportunidades de emprego, imagino). Também tem o que chamaram de o Orkut profissional, ou seja, a parte de contatos e relacionamentos dentro do site.

Árvore das profissões do Ikwa

(clique para ampliar) Esta é uma ferramenta interessante, algo como uma árvore do conhecimento e das profissões. É bem apresentada, mas de tanta coisa que tem perde-se a noção de onde é o começo e de onde é o fim (não que isso seja culpa do Ikwa).

Em resumo, a intenção do Ikwa não é apenas responder a pergunta-título deste post, a proposta é fazer um trabalho de longo prazo. Ou seja, o jovem de 15 anos acessa para começar a explorar o futuro, para que não deixe pra última hora. Respondendo ou pelo menos direcionando um pouco este adolescente, no terceiro colegial ou no cursinho ele terá de decidir onde, em que Universidade, o que é oferecido no curso e mais coisas. Quando estiver lá dentro, ele talvez queira uma bolsa de iniciação científica, ou queira se programar para fazer um mestrado no exterior ou simplesmente busque um estágio. Concluído o curso e já no mercado de trabalho, talvez antes dos trinta essa pessoa tente mudar um pouco os rumos da carreira, conseguir uma especialização em um ramo parecido, coisas do tipo. O Ikwa pretende abocanhar todo esse espaço num futuro não muito distante…

Para entrar, você pode solicitar um convite no site ou pedir pra alguém que esteja lá dentro lhe enviar um convite. O Ikwa ainda está em Beta e por isso muitas coisas ainda não estão funcionando ou estão engatinhando.

Pra que construir uma cidade bem em cima do inferno? Pra quer ir pra uma terra prometida que é desértica? Aí vem a tecnologia, todos tem que usar potentes ventiladores e ar condicionados, gastamos um monte de energia e aumentamos em muito o efeito estufa na Terra.

Não são necessários mais comentários. E não, não se pode estabelecer relação direta entre essa imagem abaixo e o aquecimento global, este lugar sempre foi quente e quente, seco e seco.

Sensação térmica de 30º às 2h da madrugada, pode?

30ºC às duas da madrugada?

(clique na imagem para vê-la completa)

O diabo veste Prada, e vive por Ribeirão Preto…

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